Zona de conforto. O lugar no qual somos soberanos. Nada nos atinge lá. A comodidade é tão conveniente… Mas não vale a pena! Saia dessa zona de conforto que está, arrisque-se um pouco mais. Grandes movimentos produzem grandes ações. Busque a sua satisfação. Converse, corra, chore, se mova! Não há nada mais inútil do que remoer ao invés de agir. Não poupe energias, gaste-as todas, fique exausto e durma com gosto, o gosto de que você tentou mudar. Mudar para melhor, para pior, tanto faz, sua avaliação é parcial mesmo então siga o bom senso… É fácil falar, não é? Ainda bem que agir não é tão fácil assim pois se o fosse, que graça teria? Se algo puder ser melhorado, resolvido ou começado, o faça!

Bonne chance à moi!

Como classificar sua vida em boa ou ruim? Divida sua vida em quesitos: trabalho, estudos, amor, amizades, familia, entre outros. Agora classifique cada quesito em bom ou ruim. Mas, como concluir? Será que sua vida está boa porque a maioria dos quesitos estão bons? Ou será que apenas um quesito que decide a qualidade de sua vida? Enquanto houverem mais quesitos bons do que ruins, eu não reclamarei de nada… Mesmo sabendo que um dos quesitos parece ter um peso enorme, ignorarei isso. Enquanto houver razão, terei certeza que meu caminho não está errado. Analíticamente, estará correto. Ah, quer saber como está minha vida? Hm. Vou pensar e já te falo.

Vous n’avez pas de soins (:

Antes fosse só a sensação… Vendo, sentindo e vivendo o que já fora superado. Superado? É o que dizem, é o que eu digo, isso deve bastar pra suprimir o que sinto.

Tenho minha sorte no jogo, está de bom tamanho. A perfeição deve ser chata mas bom mesmo é pensar assim, conforta… A vida na incompletude: razão completa e sentimento incompleto.

Vai ver é assim mesmo, vai ver é bom e eu não estou vendo.

O déjà vu é real e eu não consigo ver ainda…


Déjà vu et déjà senti mais jamais comprendrai.

“Quando a frase é boa, vale para tudo.” Eu

Idéia plausível essa, não? Ah, você acha que a generalização não vai valer… Realmente, atingir a completude é uma tarefa árdua e, ao se tratar de atos humanos, torna-se quase impraticável. Mas consideremos possível tal generalização e vejamos se esse axioma realmente é necessário no desenvolvimento dessas idéias que seguirão. Tomemos um exemplo bem comum como a frase “Rapadura é doce, mas não é mole, não!”. Vai me dizer que você, ao pensar nessa frase, pensa só no doce… Você sempre contextualiza ela, não? E ela sempre se encaixa. Agora vá pensando em mais frases, aplicando-as em contextos que não lhe foram designados, a priori. Tomarei apenas mais um exemplo que rende muito pensamento.

“É bom ser temido e amado,mas é melhor ser temido do que amado;porque quem ama trai , e quem teme jamais trairá.”  Nicolau Maquiavel

Certo… Essa frase foi pensada num contexto político, para algum líder na época. Vamos experimentar aplicá-la em um relacionamento humano e amoroso. Ah, não, isso não é aplicável aos sentimentos, não. Calma lá, rapaz. Essa pode ser a verdade que você tanto teme e não quer ver. Você acha tão bom ser amado, não é? A outra pessoa te ama tanto que pode te trair pois sabe que o amor entre vocês é imutável, vai saber… Mas se ela te temer, ela não te trairá pois terá medo de uma possível represália… O amor vem acompanhado da traição e a fidelidade só vem com o medo. O que você acha dessa conclusão? Independente do que você acha ou não, ela pode ser uma verdade, uma verdade da qual você morre de medo que seja válida. E agora?

Exemplo pesado esse, não? Agora é sua vez! Pegue um ditado, uma citação e veja o que acontece quando esses bons pensamentos transcendem as áreas nas quais eles foram concebidos. Quem sabe essa brincadeira não te traga à tona algumas coisas legais (ou chatas).

Bonne chance!

“É melhor ficar sozinho do que mal acompanhado.”

Mesmo? Ou é apenas uma desculpa de quem está sozinho e não tem como mudar isso? Sei lá, hein… Essa frase num faz lá muito sentido pra quem gosta de companhia e não sofreu nenhum trauma. Estar mal acompanhado é, antes de tudo, estar acompanhado (não estar sozinho). Então, num tá bom? Ou você quer ficar escolhendo? Quem pensa muito, faz pouco. Certo. Mas e se a sua companhia é apenas um fardo a ser carregado? Um relacionamento apático que suga seu tempo e seu ser, que nada traz de bom, vale a pena manter isso? Se você é masoquista, vá em frente, se não, bote a cabeça pra funcionar. Quem pensa é a cabeça, não o coração.

Todo dia fazemos escolhas em nossas vidas. Pão ou bolo? Suco ou refrigerante? Falar ou omitir? Matar ou morrer? Qualquer escolha feita nos dará a sensação de que escolhemos errado mas será que escolhemos errado mesmo ou somos apenas indecisos? Complicado é quando tem mais gente envolvida, tentar ponderar todos os lados sempre dá mais incerteza. Um pouco de impulsividade cai bem na hora de tomar decisões. Mas o segredo deve estar em saber conviver com as escolhas feitas sejam elas o que forem.  Não sei bem…

Pain, boisson gazeuse, parler et tuer.

Eu poderia continuar fazendo aqui um guia para que as pessoas me conheçam melhor. Coisas que eu gosto, desgosto, sabe? Mas será que isso não resultaria um num processo de seleção no qual as pessoas leriam e falariam: “Ah, gostei dele!” ou “Putz, não gostei dele!”? Acho que sim. Facilitaria muito algumas coisas mas acho que perderia a graça. Imagina se só se aproximassem pessoas com boas intenções e que, a priori, já gostariam de mim? Ah, muito sem graça. Venha me conhecer, se tiver disposição. Continuarei divagando por aqui mas recomendo fortemente um contato para me conhecer melhor.

Tarde demais, a escolha foi feita. Bem vindo ao fracasso, meu caro amigo. Você realmente achava que sua escolha era boa, não? É bom mesmo pular nesse abismo sem fim? Seus assuntos entediam as pessoas! Pare de usar esses termos! Pare de tentar fazer os outros gostarem do que você gosta! Pare e pense! Agora, não tem mais volta. Não para mim pelo menos mas divido o mesmo barco que ti. O mundo vai começando a ficar chato, você começar a pirar. Ninguém te entende, cara. Sua mulher gosta de você porque, você sabe que, ela não é normal. Sua famíla gosta de você (?) porque você é da família. Você está fadado a desgraça, seu matemático de merda. A sorte é que a desgraça que eu digo, não é a que eu defino mas sim a definida pelo mundo. Você escolheu desenvolver conhecimento, não quis se matar por um papel colorido que só traz desgraça afinal ele virá se quiser, você é que não vai correr atrás. Você optou pela não-trivialidade, em geral. Sorte a minha que estamos no mesmo barco, não? A minha graça é a desgraça alheia e vice-versa mas, dado que a minha vida é minha, estou feliz assim. Sou feliz assim.

Q.E.D. (Abuso extremo de notação, desculpe.)

Vou tirar o pó daqui para deixar um recado para pessoas que fizeram de meu 2008 um ótimo ano.

Georges

Tá aí um cara inspirador… Te considero um grande amigo que sempre me apoiou. Quando precisei de ajuda, você estava lá. Sem falar no mundo novo de coisas que conheci através de ti músicas, filmes… Preciso te agradecer especialmente pela força em MAC, sem você eu não teria passado! Hahahaaha. 2009 tá chegando e vamos lá aumentar essa média ponderada. : P

Fliper

Grande Flips… No começo, nos falamos pouco mas com o passar do tempo a amizade foi crescendo e começamos a falar pra cacete! Hahahaha. Seja fazendo lista de exercícios, bandejando, ouvindo um metal cavernoso… Conte comigo sempre quando as coisas apertarem! Semestre que vem vai ser foda, mas estamos juntos nessa luta cara! Um grande amigo, filho da Pura!

Vitão

Esse cara é foda! Te devo metade da minha nota de Estatística. Hahaha. Companheiro, sempre prestativo, não mede esforços pra ajudar alguém, isso sim que é um cara de bom coração! 2009 nos separará um pouco mas a amizade continuará crescendo, cara. Esse é o único (futuro) Estatístico que eu respeito mesmo! Hahahaha.

Mari

Nosso humor ácido sempre combinou, né? Hahaha. Quantas risadas já demos naquela comunidade, seja zoando fakes, seja zoando pessoas mesmo… Somos mestres na arte de desvirtuar : P Você é uma pessoa muito querida e em 2009 você será minha colega de USP novamente e já vai comprando os Engov’s pras festas na USP! : D Espero que nossa amizade continue e aumente indefinidamente!

Naná

Paila! Meus dias não seriam os mesmos sem você… Quantas vezes já bandejamos? Tomamos frappuccino de chá verde? Rimos dos japoneses que passavam por nós? Ouvimos um reggaeton? Viramos umas tequilas? (foi só um dia mas foi demais né hahahaa). Vivemos muita coisa juntos, em um curto período… Você sabe o quanto você é importante pra mim! 2009 será um ótimo ano, sinto isso, pois já o começo com uma amizade como  sua!

Ju

Juca! Ah, a moça da amizade leve e despreocupada.. A moça que sempre esteve ao meu lado quando eu precisei. A moça que adora uma tentativa de delícia! Hahahaha. Seu bom humor sempre me contagia. Graças a Deus que eu fui na churrascaria aquele dia… Viver sem a Ju na minha vida? Nossa, não consigo imaginar, sinceramente.  Galeria Ouro Fino, Avenida Paulista, Livraria Cultura, tanto faz o lugar, se você está comigo, sei que vai ser bom. Te vejo em janeiro. : D

K

Nos conhecemos a pouco tempo mas vivemos intensamente esse tempo que nos foi dado. Os passeios ao seu lado sempre me fizeram bem e 2009 tá aí, será um ano repleto de passeios nossos. Você não vai se livrar de mim! Hahahaha. Passamos por alguns obstáculos, talvez ainda reste um ou outro, mas sinto, de verdade, que após superarmos eles, só restarão coisas boas a se lembrar e um futuro lindo pela frente. Termino esse ano com uma amizade nova que só crescerá daqui pra frente.

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É isso então, pararei por aqui… Não falei de todas as pessoas mas aquelas que estão sempre comigo, sabe o carinho e respeito para com elas…

 

Merci beaucoup, mes amis!

Heureux 2009!

 

😀

A infindável saudade.

A admirável beleza.

Um infinitésimo de felicidade.

Um infinito de tristeza.

 

O sentimento que não passa.

O sentimento que não fica.

A piada não tem mais graça,

muito menos essa vida.

 

A comodidade prejudica.

A angústia não têm fim,

o desânimo é a saída.

 

De fato, eu não mudo.

As coisas são assim.

Sou só mais um no mundo.

 

Je ne suis pas parfait, mais j’ai bien.

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